31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. Daniel Almeida diz que falta decisão política sobre exploração de petróleo no NE e sugere reunião da Bancada com Dilma. Para deputado do PCdoB da Bahia, parlamentares da região Nordeste devem cobrar do governo uma posição sobre a libe

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Por admin
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(Brasília-DF, 08/08/2012) O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) disse nesta quarta-feira ,8, na reunião da Bancada do Nordeste com executivos da Petrobras, que falta vontade e decisão política, por parte do governo federal, na questão da exploração de petróleo nos campos terrestres, em todos os estados nordestinos.



O deputado sugeriu uma reunião dos parlamentares da região com a presidente Dilma Rousseff, no sentido de cobrar do governo uma posição sobre a liberação de novos leilões e concessão para exploração de petróleo e gás na região.



“Fala-se muito em pré-sal, mas para o Nordeste a produção terrestre é muito importante e não está tendo a devida atenção da Petrobras, do governo em si”, queixou-se o parlamentar.



Ele sugeriu ao coordenador do colegiado nordestino na Câmara, José Guimarães, “que a Bancada vá até ao Palácio do Planalto e cobre da Dilma a liberação de novos leilões nos campos maduros, que está na mesa dela, pois a bancada baiana, por exemplo, já se dirigiu ao ministro Edison Lobão (Minas e Energia) para tratar da questão da Bacia Tucanos Sul, mas precisamos falar das bacias do Nordeste como um todo”.



Segundo Almeida, no caso da Bahia, existem 48 blocos ofertados e desse total “28 blocos já foram leiloados, na 8a. Rodada da ANP (Agência Nacional de Petróleo) e não tem nenhum, impedimento jurídico para contratação. Falta apenas uma posição política do governo”.



O deputado comunista ressaltou que a Lei 1276 apresenta situações diferenciada para exploração de campos terrestres para o setor privado. “Isso deve ser retomado essa discussão, incluindo aí as empresas pequenas, que deveria ser estimuladas pelo governo a participarem desse setor, com os mesmo benefícios e vantagens que as grandes e médios empresas. Tudo isso precisamos discutir com a presidente Dilma”. Completou.





(Por Gil Maranhão, para Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)