Bancada do Nordeste. Para Raimundo Matos “a Sudene não tem o apoio da área econômica do governo para o seu pleno funcionamento”
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(Brasília-DF, 13/06/2012) O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural da Câmara, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), classificou nesta quarta-feira ,13 com “preocupante” a situação da taxou como “preocupante” a situação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Ele participou do “café nordestino” desta manhã organizado pelo grupo parlamentar Bancada do Nordeste que recebeu o diretor superintendente da Sudene, Luiz Gonzaga Paes Landim, o diretor presidente da sodevasf, Elmo Vaz, e, ao final, a ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais
“São estarrecedoras as declarações feitas aqui pelo seu superintendente”, disse o deputado, à Agência de Notícias Política Real, durante a reunião da Bancada do Nordeste e logo após a explanação do novo superintendente da Sudene, Luiz Gonzaga Paes Landim, e seguida da fala do novo presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Elmo Vaz. Eles apresentaram aos parlamentares da região os seus respectivos Planos de Trabalho.
“As declarações do superintendente da Sudene demonstram claramente o esvaziamento do órgão”, afirmou Raimundo Matos.
Para ele, “a a´rea econômica do do governo federal não está dando o apoio devido para assegurar uma estrutura mínima que viabilize o pleno funcionamento daquela que é uma das instituições para promover o desenvolvimento da nossa região”.
Matos lembra uma afirmação feita por que Paes Landim, que desde 2014 foi apresentado proposta de reestruturação da nova Sudene. “mas como o Ministério do Planejamento não sinaliza um apoio concreto a essa nova proposta, o órgão fica aí penando, sem poder fazer uma atuação à altura, sem estrutura para desenvolver as suas ações”.
Raimundo Matos acentua que no governo da presidente Dilma, “os estados nordestinos estão órfãos de um órgão para integrar o desenvolvimento regional, fortalecer os investimentos e acima de tudo diminuir as desigualdades que existem entre o Nordeste brasileiro com relação às demais regiões do País”.
(Por Gil Maranhão, para Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)