Bancada do Nordeste. Para diretor do BNB aumento do capital social da instituição vai possibilitar mais investimento na região. José Sydrião Alencar Junior disse que a capitalização do banco é importante não apenas para as ações do FDNE, e “beneficia os n
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(Brasília-DF, 18/04/2012) O diretor de Gestão do Desenvolvimento do BNB, José Sydrião Alencar Junior, afirmou nesta quarta-feira (18), em Brasília, que aumento do capital social da instituição, defendido por vários parlamentares nordestinos, vai beneficiar principalmente “a massa de pequenos clientes do banco” e mais investimento na região.
Alencar, juntamente com o secretário de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais do Ministério da Integração Nacional (MI), Jenner Guimarães do Rêgo, foram os convidados dos debates realizada na manhã de hoje, na sala da Liderança do Governo, com a Bancada do Nordeste, sobre as alterações propostas pela Medida Provisório (MP) 564, no que diz respeito ao Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FNDE).
O encontro foi articulado pelo coordenador da bancada nordestina, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), e o vice-líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).
O diretor do BNB elogiou as defesas feitas pelos parlamentares sobre o fortalecimento das instituições de desenvolvimento da região, em especial o aumento de capital do banco. “Quero destacar o espírito público de todos os deputados presentes na reunião, pensado a respeito do desenvolvimento da região”.
Segundo Alencar, a necessidade de aumento do capital social do BNB ficou patente em todas as palavras dos deputados.
“Essa questão de capitalização do banco é importante não apenas para as ações do FNE e do FDNE, mas para as ações do Banco do Nordeste em todos os segmentos da região, porque nós detemos mais de 2 milhões e 500 mil pequenos clientes, seja do meio rural como do meio urbano. Então esse aumento de capital é importante para nos adequarmos e atendermos melhor a região”.
Questionado se as propostas apresentadas pelo do Ministério da Integração Nacional agrada ou não a instituição, José Sydrião Alencar foi taxativo:
– Acho que mais agrada que desagrada. Na verdade nós não temos discussões sérias com o Ministério. Essas sugestões propostas pelo MI são ajustes necessários que nós colocamos, e que em grande parte o Ministério concordou – acrescentou.
(Por Gil Maranhão, para Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)