31 de julho de 2025

ESPECIAL DE FIM DE SEMANA. “O governo precisa dizer claramente qual é a sua prioridade, em que quer realmente investir”, sugere Rogério Marinho. Parlamentar do PSDB do Rio Grande do Norte faz várias críticas ao governo Dilma e diz que vai, tam

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Por admin
Publicado em

Gil Maranhão

Agência Política Real



(Brasília-DF, 20/01/2012) O deputado federal Rogério Marinho, que integra as bancadas do Rio Grande do Norte e a do PSDB na Câmara dos Deputados, em entrevista exclusiva à Agência de Notícias Política Real, voltou questionar o governo Dilma sobre o foco de sua gestão e a defender investimentos para a área da educação.



Marinho disse que vai repetir, em 2012, a luta que travou na Câmara, em especial dentro da Comissão Especial que analisou o projeto do Plano Nacional de Educação (PNE), pela destinação de mais recursos para os setor, “tanto para a melhoria do ensino médio e profisisional, como para qualificação e melhoria salrial dos profisssionais da dducação”.



“QUAL É A PRIORIDADE DO GOVERNO?”



O parlamentar potigar criticou severamente o governo Dilma que, segundo ele, ainda hoje, após um ano, não revelou claramente ao Congresso Nacional e à sociedade brasileira qual é a prioridade de sua gestão.



“O governo brasileiro precisa nos dizer claramente qual é a sua prioridade”, disse o parlamentar potigar. E prosseguiu. “O governo precisa nos dizer se sua priroidade é pagar dívida ou se é pagar as sinecuras e cargos comissionados”.



Marinho questionou mais: “a prioridade do goverbo é aumentar o número de ministérios ou é fazer propaganda governamental?”.



“Precisamos saber se a sua prioridade é investir na educação dos brasileiros e brasileiras, que tanto estão esperando por isso”, ressaltou o parlamentar.



Ele disse que é necesário se colocarmos os “pingos nos ii”. E “dizermos claramente de quem é a reponsabilidade pelo aumento desses investimento que todos nós desejamos na área da educação”.



“NÃO PODE SER PENDURADO NA CONTA DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS”



Para Rogério Marinho esse aumento do investimento no setor educional brasileiro não pode ser pendurado na conta dos estados e municípios, “que já estão extremamente sobrecarregado” e arrecardam pouco mais de 30% do bolo tributário nacional.



“Está na hora do governo federal se assenhorar da sua responsabiliade de ser o condutor do pacto federativo no Brasil e de fazer justiça com os estados, os entes federados e os municípios e aumentar o seu percentual de aplicação de PIB com relação à educação”.



SOBRE O RELATÓRIO DE VANHONI



À Agência Politica Real, o deputado federal Rogério Marinho voltou a comentar o realtório do PNE apresentado no final passado pelo deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) e aprovado na comissão especial – porém não votado pelo Plenário da Câmara, ficando para este ano, devido justamente a falta de concesso com relação ao percentual de aplicação do PIB na educação (o governo sugeriu 7%, o relator optou por 8%, mas os movimentos sociais e a sociedade como um todo pede 10%).



“O relator fez um plano incorporado, consistente, responsável. Teve a preocupação de ouvir a comissão e trambém todos os que lhe procuraram: os movimentos sociais, o próprio governo, os parlamentares. Ele tentou nesse relatório traduzir o mérito do pensamento da comissão e da sociedade. Agora é evidente que existe uma série de pontos que nos discordamos e que e oportunamente nós iremos elencarmos. A começar pela questão do finaciamento”.



“PAÍS TEM UM DÉFICIT PASSIVO HISTÓRICO”



O parlamentar do PSDB lembrou que “somos um País que tem um déficit passivo histórico para com o conjunto da população”. Enfatizou que no Brasil 70% da nossa população, em idade laboral de 15 a 19 anos, não tem a capacitação, a qualificação adequada para ingressar no mercado de trabalho.



“E esses são os mais pobres, os mais frágis e o Brasil precisa aproveitar esse momento demográfico em que a população começa a envelhecer e menos jovens em termos absolutos vão ingressar nos níveis educacionais para fazermos investimentos, preocupando-se também com a qualidade desses investimentos, desses gastos, porque não adianta só colocar mais recursos, é necessário que esse recursos seja também de forma adequada investido”.



“ESSA OPORTUNIDADE SÓ VAI SE REPETIR DAQUI A 10 ANOS”



Segundo Rogério Marinho, ao optar – o relator do PNE – por 8% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação, “eu acho que nós estamos perdendo uma oportunidade histórica que só vai se repetir daqui a 10 anos”.



Ele reafirmou que “esse é o momento de dar-se uma salto de qualidade, esse é o momento do País buscar o seu futuro em cima do que é essencial, sair da retórica, sair do discurso, sair da palavra vazia e ir para a prática. E a prática é orçamento, é dinheiro. Essa é a prioridade que queremos que seja dada e principalmente se definir as competências”.



“GOVERNO PATROCINOU LEIS QUE GERAM DESPESAS AOS ESTADOS”



Marinho fez nova crítica ao governo Dilma, ao citar que “o governo federal tem sido pródigo em patrocinar leis aqui no Congresso Nacional que gera despesas para estados e municípios sem a contra-partida finaceira, e nós vivemos no ano passado (2011) uma situação bastante elucidativa em relação esse ponto de vista, que foram quase 16 dos 27 unidades da federação que entraram em greve com prejuizos enorme para os jovens de todo o Páis, justamente, porque os estados não tinha condições de cumprir o piso nacional”.



O parlamentar finalizou a entrevista fazendo um lembrente e um alerta: “Este ano de 2012 a data base dos profissonais da educação vai voltar para janeiro e se imagina pela lei do Plano Nacional de Educação 22% de aumento. Então, se em 2011 foram 16 estados, agoiram em 2012 serão mais de 20. E quem é que vai resgatar, pagar ou restituir o tempo perdido dos nosso jovens e crianças que serão prejudicados pelas greve ue vão eclodir em todo o País”.



(Por Gil Maranhão, para Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)