ESPECIAL DE FIM DE SEMANA. TCU de braços abertos para José Múcio Monteiro. A Política Real está acompanhando… <BR>
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(Recife –PE- 02/10/2009) Aos 51 anos, José Múcio Monteiro Filho Engenheiro Civil por formação deixa o cargo de ministro das Relações Institucionais do Governo Lula e assume, por indicação do presidente da República, uma vaga de ministro do Tribunal Contas da União (TCU). Político pernambucano experiente, ele passou por sabatina do Senado, enfrentou opositores, mas teve o reconhecimento técnico e político para o cargo.
José Múcio entrou para a vida política em 1976 como vice-prefeito, de Rio Formoso, na Zona da Mata sul de Pernambuco, passando por prefeito e em seguida, deputado Federal (Congresso Revisor) cargo que ocupou até 2007 quando foi convidado para o Ministério. No último dia 28 de setembro, ele renunciou mandato de deputado federal para assumir o TCU. Com história política, ele já fez parte do PDS, 1980; PFL, 1991-2001; PSDB, 2001-2003; PTB, 2003 legenda que faz parte até hoje. Na última sexta-feira (25), ele reuniu a sociedade pernambucana para comemorar em dose dupla seu aniversário e o novo posto que assume.
Confira abaixo trechos de conversa com José Múcio Monteiro
Fim da política
Deixo a política partidária. A política dos palanques. Embora, você vá lidar o tempo todo com decisões políticas. O TCU é um órgão de fiscalização das contas públicas, um instrumento criado por políticos. Eu acho que sai da política na hora certa.
Questionamentos da oposição sobre a indicação
Quem me conhece não questiona a minha isenção. Eu não me preocupo com isso. O presidente Lula jamais me indicou imaginando que eu fosse precisar usar dessa lealdade para fazer qualquer coisa que não fosse absolutamente normal.
Direita e esquerda
Arena, PDS e PFL são uma coisa Sá. Depois do PFL nós fomos para o PSDB e depois, por uma questão local ”de espaço”, para o PTB. Em política você tem que procurar o seu caminho. Depois que eu fui para o PTB, virei o líder de partido, de governo, ministro. Tudo isso num partido que ninguém imaginava.
Eleições 2010
Eu acredito que o senador Jarbas Vasconcelos será candidato. Mas a chapa que eu gostaria de votar é: Eduardo Campos (governador), João Lyra (vice), Armando Monteiro Neto (PTB) e João Paulo (PT) para o senado.
Destino das bases eleitorais
Quando digo que vou discutir com o governador o destino das minhas bases vou ver qual a orientação do governador. Tem uma prerrogativa que é um comprometimento das minhas bases com o meu senador, Armando Monteiro. Isso é uma condição sine qua non (sem a qual não). Mas acho que a melhor pessoas para orientar e ser o parceiro disso é o governador.
( Por Izabel Melo, especial para o Política Real, com edição Genésio Jr )
(Recife –PE- 02/10/2009) Aos 51 anos, José Múcio Monteiro Filho Engenheiro Civil por formação deixa o cargo de ministro das Relações Institucionais do Governo Lula e assume, por indicação do presidente da República, uma vaga de ministro do Tribunal Contas da União (TCU). Político pernambucano experiente, ele passou por sabatina do Senado, enfrentou opositores, mas teve o reconhecimento técnico e político para o cargo.
José Múcio entrou para a vida política em 1976 como vice-prefeito, de Rio Formoso, na Zona da Mata sul de Pernambuco, passando por prefeito e em seguida, deputado Federal (Congresso Revisor) cargo que ocupou até 2007 quando foi convidado para o Ministério. No último dia 28 de setembro, ele renunciou mandato de deputado federal para assumir o TCU. Com história política, ele já fez parte do PDS, 1980; PFL, 1991-2001; PSDB, 2001-2003; PTB, 2003 legenda que faz parte até hoje. Na última sexta-feira (25), ele reuniu a sociedade pernambucana para comemorar em dose dupla seu aniversário e o novo posto que assume.
Confira abaixo trechos de conversa com José Múcio Monteiro
Fim da política
Deixo a política partidária. A política dos palanques. Embora, você vá lidar o tempo todo com decisões políticas. O TCU é um órgão de fiscalização das contas públicas, um instrumento criado por políticos. Eu acho que sai da política na hora certa.
Questionamentos da oposição sobre a indicação
Quem me conhece não questiona a minha isenção. Eu não me preocupo com isso. O presidente Lula jamais me indicou imaginando que eu fosse precisar usar dessa lealdade para fazer qualquer coisa que não fosse absolutamente normal.
Direita e esquerda
Arena, PDS e PFL são uma coisa Sá. Depois do PFL nós fomos para o PSDB e depois, por uma questão local ”de espaço”, para o PTB. Em política você tem que procurar o seu caminho. Depois que eu fui para o PTB, virei o líder de partido, de governo, ministro. Tudo isso num partido que ninguém imaginava.
Eleições 2010
Eu acredito que o senador Jarbas Vasconcelos será candidato. Mas a chapa que eu gostaria de votar é: Eduardo Campos (governador), João Lyra (vice), Armando Monteiro Neto (PTB) e João Paulo (PT) para o senado.
Destino das bases eleitorais
Quando digo que vou discutir com o governador o destino das minhas bases vou ver qual a orientação do governador. Tem uma prerrogativa que é um comprometimento das minhas bases com o meu senador, Armando Monteiro. Isso é uma condição sine qua non (sem a qual não). Mas acho que a melhor pessoas para orientar e ser o parceiro disso é o governador.
( Por Izabel Melo, especial para o Política Real, com edição Genésio Jr )