31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirma que Nordeste teve queda menor na economia por conta da crise. A Política Real acompanhou….

.

Por admin
Publicado em

(Brasília, 12/08/2009) A queda no crescimento econômico no Nordeste, por conta da crise econômica mundial, foi menor no Nordeste que na média nacional, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo,nesta quarta-feira, 12, em café-da-manhã com a deputados da região. “Particularmente no Nordeste, hoje, todos os números mostram que houve uma queda menor da atividade. Alguns setores, como o comércio varejista, mantiveram o mesmo ritmo”, declarou o ministro.



Segundo Bernardo, o motivo para essa maior estabilidade são as ações do governo federal voltadas para a região. “O poder aquisitivo aumentou muito nesse período, por conta de alguns fatores combinados. Nós conseguimos manter a inflação controlada. Tivemos uma política ativa de aumento do valor salário mínimo, e as políticas de transferência de renda, que beneficiaram muito a população mais pobre”, citou o ministro.

Segundo ele, em seis anos de governo Lula, mais de 20 milhões de pessoas saíram da situação de pobreza para uma posição de consumidores. “Infelizmente, sabemos que metade dos pobres brasileiros está no Nordeste.”



Paulo Bernardo destacou as políticas de educação, como a criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento para Educação (Fundeb), a criação do Prouni, o aumento de vagas nas universidades federais e a criação de novas universidades, novos campi e de novos institutos de educação tecnológica. “Em janeiro de 2003, nós tivemos 113 mil vagas nas universidades federais. Em janeiro de 2009 foram 227 mil vagas. Vários campi universitários foram criados no nordeste, varias universidades novas, como a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia”, exemplificou o ministro.



Segundo Paulo Bernardo, o governo fez um grande volume de investimentos públicos e atraiu investimentos privados. O petista citou as obras do PAC, como construção de grandes rodovia, instalação de estaleiros e a construção da ferrovia Transnordestina, além de obras na área de saneamento e habitação. “Estamos fazendo um esforço para que cidades importantes do Nordeste tenham a mesma condição de oferecer serviço como as capitais”, afirmou.



( por Evam Sena, especial para a Política Real, com edição de Genésio Junior)