31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. Pró-jovem rural e urbano atende 136 mil jovens no Nordeste. Recomposição no orçamento permite ao Executivo priorizará Programa Nacional de Inclusão de Jovens com ênfase nos consórcios…

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Por admin
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(Brasília-DF, 06/05/2009) Políticas públicas para que os jovens se insiram no mercado de trabalho foi o principal tema do café da manhã da Bancada do Nordeste com secretário Nacional de Juventude, Beto Cury, o Pró-Jovem rural e urbano, que é o carro-chefe do programa, atende 136 mil jovens non Nordeste. O estado de Pernambuco e Paraíba passam ainda neste semestre a integrar este rol de beneficiados.



De acordo com Cury, são atendidos 226 mil jovens no programa urbano, desses 76 mil em cidades do nordeste. Cury explica que boa parte desses jovens já saem empregados do programa de capacitação. Ele destaca que o desemprego entre os jovens é maior que na média da sociedade, mas as possibilidades também são maiores.



O pró-jovem tem quatro modalidades é resultado de seis programas que existiam até 2006. A partir de 2007, ele foi unificado e se tornou um único programa. Este ano, ele sofreu um bauqe que foi o contingenciamento do orçamento. Mas a secretaria conseguiu uma recomposição do orçamento. “Houve um corte de R$ 600 milhões, de R$ 1,7 bilhões para 1,1 bilhões, o que atingiu a meta dos municípios. Nessa negociação, a secretaria quase os R$ 600 mihões novamente, o que garante que os programas saiam do papel”, explica Cury.



Com isso, as possibilidades da secretaria aumentam e para o segundo semestre deste ano, a proposta é inserir nacionalmente mais 200 mil jovens. Esses jovens contam também com outra possibilidade de capacitação, que são os consórcios do Ministério do Trabalho. Segundo o secretário de Políticas Públicas para Emprego, Ezequiel Sousa do Nascimento, com a recomposição do orçamento, a expectativa é de redefinir e concentrar as exéctativas nos consórcios que são uma das formas mais ricas de concentração do programa.



Ezequiel diz que este modelo é o que tem a melhor estrutura com as experiências mais ricas. São consórcios com as instuituições das sociedades civis. Elas buscam resultados na inserção desses jovens. E 30% deles tem que obrigatoriamente serem integrados nesse mercado.



“É um programa pelo quala gente tem um grande carinho. A gente sabe quais os problemas das entidades civis e suas resistências. Na estrutura do ministério a gente consegue monitorar a execução desses programas do início ao fim. E assim ao primeiro problema que a gente identifica, a gente vai lá e bloqueia a conta. Com as instituições é mais fácil fazer isso, mas com municípios e estados é mais complicado”, justifica.

(por Grasielle Castro – [email protected]