31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. Torres de Melo falou que o problema das dívidas se deu face um conjunto de quatro fatores; Ele disse que a mais nova regulamentação para o Nordeste criou uma secutirização injusta.A Política Real acompanhou e destaca os melhores mo

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( Brasília-DF, 02/04/2008) A Política Real acompanhou. O presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Ceará,FranciscoTorres de Melo, que representou a coordenação Nordeste da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil, foi o primeiro a falar no encontro café-nordestino da Bancada do Nordeste.



Segundo Torres, num documento divulgado junto aos parlamentares e outros convidados da bancada para discutir as dívidas rurais, a origem do endividamente seria cinrcunscrita a quatro principais motivos: planos econômicos ,adversidades climáticas , regulamentação morosa e de difícil interpretação assim como uma conservadorismo.



Ele destacou, num quadro a que tivermos acesso, os números da inflação ao longo dos anos, especialmente da década de 80 para cá com índices inflacionário que chegaram a mais de 251 mil %, os empréstimos em TR e TJLP chegaram a 1,18 milhões % enquanto o rendimento do setor teria chegado a no máximo, no caso do couro e peles, da ordem de 167,12%.



Ele destacou que de 1.990 para cá foram 8 secas e três inundações num intervalo de de 18 anos. Ele tentou provar, através de um gráfico, que a produção avançou na proporção exatamente igual do volume de precipitação pluvimétrica. Ele disse que foram 11 anos difíceis em 18 anos possíveis, e “isto não foi obervado com atenção pelo Governos”. Quanto essas “curvas” que unem precipitação e produção ele deu destaque no trabalho divulgado às culturas do milho, feijão e arroz.



Ele fez uma explanação sobre sobre os fundos constitucionais e as diversas leis editadas ao longo dos anos porém destacou a atenção que o governo teve com o setor no ano de 1.998. Naquele ano o governo alongou os prazos por mais dois anos, deu descontos, tuipo bônus, da ordem de 50% sobre o principal, em todos os casos contrados, sejam capatação de R$ 15 mil, R$ 35 mil e R$ 50 mil que envolviam, respectivamente, mini, pequeno e grande produtor.



Ele comentou o equívoco na secutirizaçào montada pela lei 11.322/2007. Ele mostrou duas situações a dos que fizeram securitização em 1.991 e os que não a fizeram. Quem fez, de um débito de R$ 53, 74 deveria hoje R$ 315 mil reais e recebeu as seguintes condições de pagamento: adesão de R$ 15 mil fica com dívida líquida de R$ 228 mil ou então paga em 19 parcelas de R$ 17 mil com a primeira em 31 de outubro de 2.007. Os que não fizeram a securitização, ou seja, não foram corretos com as normas aplicadas à época, ficaram com sequinte status, segundo Torres de Melo a partir da última lei que atendia o pessoal do Nordeste: dívida de R$ 53,74 ficou em meados de 2.007 e pouco mais de R$ 258 mil e pagaria com adesão de pouco mais de R$ 2.582,00 com dívida líquida de R$ 58 mil ou então paga em 8 parcelas de R$ 11, 7 mil com primeira parcela em 01 de junho de 2.010.



Torres de Melo já foi coordenador Nordeste da CNA e esteve no evento representando o coordenador Nordeste atual, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba, Mário Borba.



( por Genésio Araújo Junior com informações de assessoria)