31 de julho de 2025

Sudene. Paulo Fontana fala dos compromisso e dá sinais que que vai lutar por usina nuclear para o Nordeste; Ele agradeceu Jaques Wagner e Geddel Vieira Lima, com detaque Geddel Vieira Lima mandou recados; Ele disse que ningu;em vai fazer intriga com Ja

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( Recife-PE-12/02/2008) A Política Real acompanhou.



O engenheiro Paulo Fontana fez uma falação razoalvelmente longa. Ele fez lembrança sobre a origem da criação da Sudene, com Juscelino Kubstichek e Celso Furtado, mas antes fez questão de agradecer, conjuntamente, o governador Jaques Wagner, da Bahia, e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.



Ele disse que um dos principais motivos para a criação da Sudene, no final dos anos 50 se deu marcadamente pela intensa crise social que atingiu a região face ao crescimento que se dava no Centro-sul e por conta da preocupação que se tinha dos efeitos da revolução cubana teria na América Latina, em especial na região do semi-árido brasileiro, um verdadeiro caldeirão.



Ele entende que os melhores momentos da Sudene foram de 1.960 e 1.985, e que a crise da dívida e o aumento do juros levaram a região a viver “um inferno”. Em 2.001 veio a extinção e o auge da guerra fiscal. Ele disse que com esse quadro e os baixos salários e a pouco renda fez instalar uma competitividade expúria.



Ele lembrou que Lula aproveitou o auge da campanha de 2.002 para lançar a campanha da recriação. Com a chegada ao poder, disse Fontana, o “doutor Ciro Gomes” entregou o projeto a “doutora Tânia Bacelar” e mais 200 colaboradores. Ele fez questão de agradecer a todos lembrando Celso Furtado.



O ponto alto da fala de Fontana foi qunado ele, lembrando que vem do setor mineral, fez um elogio a energia nuclera. Ele disse que ela é a mais limpa, lembrou que municípios nordestinos como Santa Quitéria, no Ceraá, e Caitité, na Bahia, poderão ajudar o Brasil a ser emancipado na questão nuclear e ressaltou que o Brasil deve aproveitar para dinamizar o setor e exportar urânio. Ele defendeu a exportação de “Yellow cake”. Ele disse que o investimento neste setor poderá gerar, só no Ceará e na Bahia, 50 mil emrpegos diretos.



Ele fez questão de encerrar sua fala destacando seus quatro compromisso à frente da Superintendência: União, ética, eficiência e eficácia.



BAHIA – O ministro Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, que foi um dos últimos a falar, depois da maioria dos governadores, aproveitou para mandar recados. Ele disse que não adiantava procurarem criar intrigas entre ele e o governador Jaques Wagner, “seu amigo de muitas e muita lutas”. Ele fez questão de dizer que é amigo de Paulo Fontana há 30 anos mas que a indicaçào de Fontana é da competência. Especula-se que Jaques Wagner avaliza Fontana mas ele seria hoje de Vieira Lima.



Ele também abriu o jogo e reconheceu que o Projeto São Francisco não é só para dar água para beber mas para dar segurança hídrica aos empreendedores do Nordeste.



Antes de tudo ele fez um elogio aos governadores, e disse que eles têm a “maior musculatura política possível” para dinamizar a nova Sudene. Ele não quis falar do passado e disse que “se deve deixar o passado no passado”.





( por Genésio Araújo Junior)