Sudene.<BR> Roberto Smith evitou entrar na polêmica entre Senado e Câmara face a discussão e votação do projeto de recriação da autarquia; Smith também evitou comentar decisão dos senadores sobre a proposta de renegociação das dívidas rurais.
Bancada do Nordeste.
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( Brasília-DF, 15/02/2006) O economista Roberto Smith, presidente do Banco do Nordeste, evitou bola divida na disputa Câmara e Senado em torno da proposta de recriação da Sudene. A proposta deverá ser votada na semana que vem, provavelmente no dia 21 ou 22. O PLC, proposta de lei complementar, vai ser votada direto no plenário da Câmara Federal. Os deputados da Comissão Especial da Câmara que voltaram a discutir a proposta depois que ela voltou do Senado, preferiram não dar quorum para uma possível votação na terça-feira.13. Os parlamentares ligados ao Governo preferiram que a questão fosse resolvida no plenário.
Smith evitou comentar as ações positivas e negativas das duas casas legislativas, que estão em disputa. O relator da proposta no Senado foi o senador Antonio Carlos Magalhães(PFL-BA) e na Câmara Federal foi o deputado Zezeu Ribeiro(PT-BA).
RENEGOCIAÇÃO – O Banco do Nordeste decidiu compor com os parlamentares que vinham negociando junto com o deputado Fernando Bezerra(PTB-RN) e o deputado B. Sá(PSB-PI), coordenador da Bancada do Nordeste, este na época da discussão na Câmara Federal a aprovação da proposta de repactuação das dívidas rurais, o PL nº 142/2004 .
Smith evitou tratar do assunto, pois a equipe econômica teria se irritado com a postura do Banco que saiu da briga. O ônus da iniciativa comandada pelos senadores governistas, em especial o líder Aloízio Mercadante, acabou ficando para os senadores petistas- os únicos a votarem contra. O Nordeste não tem nenhum senador filiado ao PT.
A proposta foi votada ,ontem, às 22 h 57, no Plenário do Senado
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)