31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. José Airton quer envolvimento dos governos e legislativos estaduais e das instituições nos debates da região. Parlamentar petista defende o orçamento Impositivo – o que for aprovado no Congresso Nacional deve ser imediatamente l

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(Brasília-DF, 15/04/2012) O envolvimento dos governos e das Assembleias Legislativas (ALs) de cada um dos nove estados nordestinos, bem como das instituições fomento, crédito e desenvolvimento da região no debate das questões consideradas fundamentais para o Nordeste foi proposto nesta quarta-feira (25), pelo deputado federal José Aírton (PT-CE).









Na reunião, “café-nordestino”, da Bancada do Nordeste, realizada hoje e que empossou o seu novo coordenador, deputado José Guimarães (PT-CE) -, ele propõe à nova Coordenação a realização de uma grande reunião envolvendo instituições como o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), o Departamento Nacional de Obras Contra a seca (DNOSC), a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), bem como todos os governadores dos nove estados da região e as Assembleia Legislativas









“É importante trazer para para cá, para a Bancada do Nordeste, um debate como todos esses segmentos, fazermos uma discussão articulada sobre as questões cruciais da região, discutindo ações estratégias e buscando solução para seus principais problemas, com vistas ao fortalecimento também das instituições de desenvolvimento do Nordeste”, argumento José Airton.









ORÇAMENTO IMPOSITIVO – O parlamentar cearense também reclamou da demora da liberação das emendas parlamentares e informou que está trabalhando na elaboração de uma PEC (proposta de Emenda à Constituição) que defende o Orçamento Impositivo – ou seja, aquilo que for aprovado pelo Congresso Nacional, em termos de recursos, ser imediatamente liberado, sem depender da boa vontade do governo.









“Precisamos acabar com isso, com essa peregrinação, essa mendicância que fazemos todos os anos para que sejam liberadas as emendas parlamentares”, criticou Airton.









O deputado também defendeu uma discussão mais ampla sobre os Fundos de Participação dos estados (FPE) e dos Municípios (FPM) e voltou a defender o projeto de distribuição dos royalties do petróleo.









“É fundamental que todos nós nos envolvemos nessa causa, e a bancada priorize a também a discussão da questão dos royalties, que é muita importância para os estados nordestinos”, acrescentou.









(Por Gil Maranhão, para Agência Política Real, come edição de Genésio Jr.)