Bancada do Nordeste. Deda reafirma necessidade de indicação de nomes do Nordeste para ministério. Segundo sergipano, contribuição dos governadores da região é com conteúdos, porém
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(Brasília-DF, 08/12/2010) Em café da manhã da Bancada do Nordeste com governadores eleitos nesta quarta-feira, 8, o governador do Sergipe, Marcelo Deda, defendeu que haja uma articulação entre os governantes dos estados nordestinos para a indicação de nome para cargos no governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, sem citar nomes ou pastas.
Deda reuniu-se com os governadores reeleitos Jaques Wagner (PT-BA) e Eduardo Campos (PSB-PE) e com o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), na semana passada para discutir políticas de desenvolvimento regional no futuro governo federal.
Segundo apurou a Política Real, os quatro discutiram como poderão repartir as chefias dos órgãos de caráter regional, como Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) e Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba), subordinados ao Ministério de Integração Nacional, que deverá ser ocupado pelo atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Fernando Bezerra.
Especula-se que os governadores nordestinos queiram emplacar um nome ou no Ministério de Desenvolvimento Agrário ou no de Desenvolvimento Social. Os governadores negam em entrevistas.
“Nós buscamos construir um diálogo qualificado, em que o Nordeste pode contribuir com seus quadros, interpretar a diversidade política, das diferentes subregiões, traduzino a importância do Nordeste para a eleição da presidente Dilma. Nós compete não apenas propor nomes, mirar espaços ou desenhar ministério, mas sobretudo construir conteúdos”, disse Deda.
( por Evam Sena, especial para a Política Real, com edição de Genésio Jr )