31 de julho de 2025

ESPECIAL DE FIM DE SEMANA. RN: Garibaldi pode ser indicado ministro da Previdência

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Por admin
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(Natal-RN, 03/12/2010) Relator do PLS (Projeto de Lei do Senado) número 56, de 2007, que altera o artigo 143, da lei 8.213/91, para dispor sobre a concessão de aposentadoria por idade a trabalhadores rurais e segurados especiais, o senador potiguar Garibaldi Alves (PMDB) pode ser o segundo nome da cota do partido no Senado para ocupar a pasta da Previdência Social, e não o Ministério dos Portos (Secretaria), como se especula, já que os peemedebistas terão direito a indicar quatro ministérios, sendo dois da bancada da legenda no Senado e dois da bancada na Câmara. Edson Lobão está cotado para Minas e Energia.



Garibaldi, que se encontra em Buenos Aires com a família, só retornando ao Brasil neste domingo, é autor ainda da PLS 6707/09 que altera a Lei nº 8.213, de 1991 e concede anistia das contribuições devidas e não recolhidas à Seguridade Social, a cargo do empregador doméstico.

Se isso vier mesmo a se confirmar a futura presidente pode se livrar ainda de um embaraço. É que, com a possibilidade de José Sarney (PMDB-AP) desistir da sua reeleição à presidência do Senado, o nome de Garibaldi voltou a ser ventilado para presidir a Casa.

Garibaldi é tido como um político independente no que diz respeito ao relacionamento com o governo. O presidente Lula experimentou essa independência quando o senador potiguar ocupou a presidência do Congresso Nacional. Mesmo por pouco tempo Garibaldi criou embaraços para o governo como certa vez que, depois de muito reclamar do excesso de medidas provisórias, e em meio à disputa pela sua sucessão, Garibaldi devolveu ao Palácio do Planalto, sem votação, a MP 446, que renovava o certificado de entidades filantrópicas, inclusive as suspeitas de irregularidades.

Senadores, entre eles alguns governistas, também fizeram vigília contra a negativa presidencial em aceitar a recomposição dos valores das aposentadorias.

Um mal estar se instalou entre Legislativo e Executivo.



( Por Carlos Alberto Barbosa, especial para a Política Real, com edição de Genésio Jr)