31 de julho de 2025

Bancada do Nordeste. Presidente da Frente da Assistência Social defende “intersetorialidade” para se criar uma assistência social emancipatória Raimundo Matos(PSDB-Ce) disse que a Frente está em sintonia com a Bancada do Nordeste…

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( Brasília-DF, 13/08/2008) A Política Real está atenta.



O deputado Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE), que comanda a Frente Parlamentar da Assitência Social no Congresso Nacional, e paricipou do café-nordestino do grupo parlamentar Bancada do Nordeste nesta manhã com o titular do MDS, Patrus Ananias, disse que há uma completa sintonia entre os grupos.



Raimundo Matos, que tem o apoio do mineiro que comanda o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no comanda da Frente, defende uma ação integrada, que ele chama de “intersetorialidade”. Ele defende uma assistência social emancipatória:





“ A Bancada vem trabalhando, mas a Frente Parlamentar já trabalha com a possibilidade de integrar as propostas do Ministério(MDS) e Casa Civil para clarear a missão da assistência social. É necessário criar uma assistência social emancipatória, que garanta uma melhoria na qualidade de vida das pessoas.



A nossa busca é que haja uma intersetorialidade das políticas nacionais, haja uma intersetorialidade dos programas federais com os estados e municípios, haja um fortalecimento dos conselhos municipais e estaduais para que eles possam aprimorar a legislação, fiscalizar, avaliar, até porque o MDS já transfere para o Nordeste R$ 500 milhões, é uma cifra bastante significativa, mas se nós formos alocarmos esses 500 milhões de reais com outros programas nós vamos poder fazer muito mais. Podemos tirar as pessoas do estado de pobreza e levamos para o estado emancipatório”, disse





Raimundo Matos acha que o Governo Federal não deve ficar comemorando o aumento de pessoas que entram no bolsa família mas ,sim, os programas que ajudam a pessoas a ter uma sustentabilidade. Ele acha que o Governo deve comemorar, sim, é a redução do números de pessoas recebendo alguns programas sociais:



“ Nós não podemos perpetuar o estado de pobreza. Tem pessoas que não participam desta assistência social emancipatória pois já têm aquela rendazinha do bolsa família todo mês, recursuzinho do PET, do PCC, nós temos que estimular a população a entrar em cursos de capacitação.



Nós temos que retirar as pessoas no Bolsa Família. Às vezes o Governo Federal se vangloria de que tem milhões de pessoas no bolsa família, mas nós temos que fazer o inverso, nós temos que dar palmas quando o Brasil não tiver mais ningém no bolsa família”, finalizou.





( por Genésio Araújo Junior, coordenador editor)